quarta-feira, 22 de junho de 2016

Oficina G3




A banda cristã Oficina G3 foi formada em 1987 na cidade de São Paulo por Juninho Afram, Walter Lopes e Marcio Garcia. Assim como as bandas Catedral, Resgate, Rebanhão, Katsbarnea e Fruto Sagrado trouxeram o rock cristão ao mundo. Algumas vezes a banda era discriminada pelos pastores na época alegando que sua musica era satânica. O visual da banda consistia em tatuagens, piercing e cabelo combrido eram um atrativo. O nome Oficina veio da ideia de construção e G3 é abreviatura de Grupo 3 (eles eram terceiro grupo de louvor da Igreja Cristo Salva).
No ano de 1990 foi lançam o seu álbum de estreia sendo ao vivo intitulado simplesmente de Ao Vivo foi gravado durante um show na casa de shows Dama Shock. No mesmo ano Túlio Régis Wagner “Maradona” Garcia resolverem sair da banda. Entrando Ducas Tambasco no baixo e deixando Manga no vocal.
No ano de 1993 foi lançado o álbum Nada É Tão Novo, Nada É Tão Velho com Duca Tambasco já no baixo. De vagar a banda tornou-se conhecida no Brasil e ganhando um considerável numero de fãs. Isso não era muito para um grupo cristão na época.
Em 1995 foi marcado pela entrada do tecladista Jean Carllos. Em 1996 foi lançado o álbum Indiferença, Paulo Aranha produziu este álbum, anteriormente Paulo Aranha produziu o álbum On the Rock do Resgate. Este álbum se mostrou mais virtuoso tendo duas faixas para solos, uma para solo de guitarra e outro para baixo. Um dos solos é um preludio da música Glória (versão em português do hino The Battle Hymn of the Republic). Juninho Afram neste álbum é o compositor majoritário e canta com mais frequência.
Em 1997 Luciano Manga teve que deixa a banda, pois era pastor e não estava conseguindo conciliar a vida de pastor com a musica. Eles escolheram PG, pois ele era membro da mesma igreja que os demais integrantes frequentavam.
Em 1998 já com PG a banda lança o álbum Acústico contendo duas faixas inéditas e regravações, uma delas foi composto pelo PG e outra pelo Juninho Afram. No ano seguinte foi lançado o Acústico Ao Vivo tendo além das mesma faixas outras regravações.
Na entrada da banda no cast da gravadora MK Music, e eles perderam os direitos autorais todas suas musicas. Em 2000 foi lançado O Tempo o disco um enorme sucesso comercial, chegando atenção das mídias seculares com clips musicais. Em 2001 a banda foi um dos dois grupos cristãos á participar do Rock In Rio 2001 além do grupo Os Nazaritos. E neste mesmo evento foi lançado o DVD O Tempo.
Entre os álbuns O Tempo e Humanos Walter Lopes deixa a banda por problemas pessoais.
No final de Dezembro de 2002 o quarteto lança O Humanos, tendo um pé no Pop rock e outro no Nu Metal, recebendo varias criticas negativas e é considerado o pior álbum do Oficina G3.
Em 2003 PG saiu da banda para seguir carreira pastoral. Com isso a relação da banda com PG fica frágil. E Juninho Afram torna o vocalista da banda.
Em 2005 foi lançado o álbum Além do Que Olhos Podem Ver o álbum tem uma direção progressiva. Em 2007 em comemoração aos 20 anos da banda foi lançado o álbum Elektracustika trouxe musicas antigas repaginadas e algumas musicas inéditas.
2008 entra no vocal Mauro Henrique e foi lançado o disco Depois da Guerra dando ao grupo o Grammy Latino por Melhor Álbum De Língua Portuguesa. Em 2009 foi lançado DVD D.D.G Experience. Em 2013 foi lançado o mais recente disco da banda Histórias e Bicicletas (Reflexões, Encontros e Esperança) Em 2015 foi lançado DVD Histórias e Bicicletas.



Integrantes


Juninho Aframvocal, guitarra e violão (1987 até hoje)
Duca Tambascobaixo e vocal de apoio (1994 até hoje)
Jean Carllos – vocal, teclado e piano(1995 até hoje)
Mauro Henrique – vocal e violão (2008 até hoje)


Antigos integrantes


Túlio Régis – vocal (1987 até 1990)
Wagner García – baixo (1987 até 1993)
Luciano Manga – vocal (1987 até 1997)
Walter Lopes – vocal, bateria (1987 até 2002)
PG – vocal, violão (1997 até 2003)
Alexandre Aposan – bateria (2011 até 2014)



Discografia


1990 – Ao Vivo
1993 – Nada É Tão Novo, Nada É Tão Velho
1996 – Indiferença
1998 – Acústico
2000 – O Tempo
2002 – Humanos
2005 – Além do Que os Olhos Podem Ver
2007 – Elektracustika
2008 – Depois da Guerra
2013 – Histórias e Bicicletas (Reflexões, Encontros e Esperança)




domingo, 28 de fevereiro de 2016

Entrevista com Zenobia



O grupo Zenobia foi formado em 2002 na cidade espanhola de Lardero. Sua formação atual consiste em Jorge Algarabide (Baixo), Ángel Pascual (Guitarra), Iñaki (Bateria), Victor de Andrés (Guitarra) e Jorge Berceo (Vocais).

Quero agradecer a banda. Zenobia como o este nome?
Nosso nome refere-se a rainha Zenobia de Palmira, na Síria hoje. Foi um chamado "Queen of the Desert", que representou uma figura semelhante Cleópatra. Ela era uma mulher que levou um reino e confrontou o Império Romano.

Em sua opinião, como é a cena de metal na Espanha?
Há muitas boas bandas de metal. Talvez a nossa língua nos torna menos competitivos do que os anglo-saxão, mas temos a sorte de partilhar a nossa cultura com a América Latina e há muitos países de língua diferentes de hospedagem nossa música também. É uma questão de tempo que o trabalho nos faz ter as mesmas oportunidades que o resto.

Qual é a proposta lírica da banda?
Nós fazemos heavy metal intransigente pesado, muito direto e cheio de atitude. Essa sempre foi o nosso compromisso.

Como vocês entraram em contato com a Yarhibol Registros?
Na verdade Yarhibol Records é um rótulo criado por nós, desde que sempre foram cometidos mais do que ninguém para o nosso próprio trabalho. Pelo selo apoiamos nossa atividade musical e até recentemente nós estamos experimentando expansão com o lançamento do novo álbum Black Desert, produzido por Sander Gommans (AFTER FOREVER).

Reveja a história da banda.
Zenobia nasceu em 2002, publicámos o nosso primeiro álbum em 2005 e até hoje já lançou quatro álbuns de estúdio, um álbum de raridades, um álbum de baladas e um DVD ao vivo. 2016 este ano vai chamar para acender um novo álbum intitulado "Soul of Fire II".

Você conhece alguma banda brasileira?
Na verdade, eu particularmente seguido Angra.

Obrigado pela entrevista. Deixe uma mensagem final para Bangers brasileiros.
Zenobia grato por esta oportunidade de falar com o público brasileiro. É uma honra para nós. Um forte saudação.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Reportagem com a banda brasileira Apokalyptic Raids


O grupo Apokalyptic Raids é uma banda de Black Metal, Death Metal e Thrash Metal, formada em 2001 na cidade do Rio de Janeiro. Sua formação consiste em Necromaniac (guitarra e vocal), Vinícius "Hellpreacher" (baixo) e Pedro Rocha "Skullkrusher" (bateria). Necromaniac fala tudo sobre os planos e sobre a história do Apokalyptic Raids.
Para começar eu agradecer ao Apokalyptic Raids. Como está indo a banda?
Necromaniac: Obrigado pelo espaço! Estamos a toda velocidade. O Pedro Skullkrusher que tocou bateria com a gente de 2001 a 2007 retornou à banda em 2013, e estamos mais fortes que nunca.

Em questão de shows como está indo?
Necromaniac: Temos tocado bastante aqui pelo sudeste. O Rio tem agora um bom circuito de casas e eventos, e estamos explorando esta boa fase. Temos feito o dobro dos shows que costumávamos fazer, estamos nos apresentando mensalmente, em eventos de qualidade.

A banda já está preparando algo novo para lançar?
Necromaniac: Sim. Ao longo dos anos, acumulamos algumas faixas extras que ficaram de fora dos álbuns. Estas faixas estão sendo lançadas em alguns split EPs em vinil, enquanto vamos compondo o álbum novo. Já saíram nos últimos anos splits com Warhammer, Agathocles, Farscape, e agora com Whipstriker e Atomic Roar. Futuramente faremos uma compilação dos EPs em um CD. No próximo ano, esperamos lançar um disco novo, que deve ser uma espécie de volta às raízes... Alguns sons já estão no nosso set list. 

A banda já tem alguma turnê planeja pelo mundo?
Necromaniac: Em novembro vamos passar 1 mês na Europa com Whipstriker e Farscape, um grande trabalho de booking do Victor Whipstriker e da AgiPunk (Europa). Serão aproximadamente 25 datas. Em 2015, antes e/ou depois do disco novo, esperamos ir ao nordeste novamente.

O que você acha da atual cena nacional?
Necromaniac: Estamos em um ótimo momento. Estão surgindo vários trabalhos de qualidade. Surgindo não é bem a palavra, são bandas e músicos que estavam aí há mais de 10 anos, e que agora atingiram um nível de maturidade muito legal, um alto nível mesmo. Em todo momento sou surpreendido por bandas de nível internacional. O público também parece estar respondendo à altura. Temos aqui no Rio (e creio que em outras cidades seja igual) um núcleo da cena, bangers novos e antigos em perfeita integração, comparecendo a todos os eventos em massa. É uma grande força.

O que acha do Apokalyptic Raids no seu primórdio?
Necromaniac: Eu não curto a demo e o primeiro álbum (risos). As composições são boas, não podem faltar nos nossos shows, mas o desempenho ainda estava muito a desejar. De qualquer jeito, foi o que abriu as portas, de um jeito meio duro, mas está feito. Vale o documento. Se não tenho tanto orgulho, também não me arrependo.

Quais são os futuros planos do Apokalyptic Raids?
Necromaniac: É isso que comentei anteriormente: novos lançamentos, e relançamentos, inclusive em vinil pelo meu selo Hell Music, e novas turnês... Contatos e merchandise (vinil, CD e camisa) pelo email contact@apokalypticraids.com ou facebook Apokalyptic Raids.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Entrevista com a banda mineira Lothlöryen


O grupo mineiro Lothlöryen foi formado em 2002 na cidade de Machado e depois se mudaram para a cidade de Poço das Caldas. A banda tocar Melodic Power metal e Folk metal. A formação da banda consiste em Daniel Felipe (vocal), Leko Soares (guitarra), Tim Allan Wagner (guitarra), Marcelo Godde (baixo), Leo Godde (teclado) e Marcelo Bonelli (bateria). Leko Soares falara tudo sobre a história e os futuros planos da banda.
Para começar eu queria agradecer a sua presença! Qual é o significado deste nome?
Leko Soares: Agradeço o espaço em nome da banda. Lothlórien (na grafia correta) é a floresta dos Elfos citada no livro “O Senhor dos Anéis” de J.R.R. Tolkien. É um lugar onde o tempo é paralelo e diferente do mundo externo.

Como está indo a repercussão do álbum Some Ways Back Some More?
Leko: A repercussão foi a melhor possível em se tratando de uma regravação. Surpreendeu-nos a quantidade de reviews e o interesse da mídia gringa para com o lançamento do álbum. Outro ponto positivo foi a quantidade de downloads que o álbum obteve, chegando a um número estimado em cerca de 30 mil somente nos primeiros 10 dias.

O que você acha da atual cena mineira?
Leko: Acho fantástica, sinceramente. Temos tocado em vários estados do Brasil nos últimos anos e não tenho dúvidas em afirmar que a nossa cena mineira está entre as mais fortes do cenário nacional. Falando mais especificamente do Sul de MG, o que me deixa feliz é ver que em muitos lugares, integrantes de bandas sérias ou pessoas preocupadas de fato com o crescimento da cena têm assumido a missão de promover os eventos e em geral, com sucesso. Sobre as bandas, o que falar: MG é o berço do Sepultura, Chakal, Overdose. A qualidade das bandas mineiras é marca registrada do estado, e eu citaria como destaques atuais: Corpse Grinder, Krow, Aneurose, Motosserra Truck Clube, Sacrificed, Made of Stone dentre várias outras.

O porquê a banda mudou de tema?
Leko: Porque a temática Tolkien de repente passou a ser explorada aos borbotões. É óbvio que não fomos os pioneiros no tema (sequer foi o Blind Guardian), mas a verdade é que depois do lançamento dos filmes da trilogia, falar sobre a Terra Média acabou virando “lugar comum” entre as bandas de Metal e o Lothlöryen hoje é uma banda que tem como filosofia principal fugir do que é comum e clichê na cena.

Que você acha do Lothlöryen atualmente?
Leko: Acho que somos uma banda em constante mutação, mas sabendo bem qual a essência do nosso som, os elementos que devem se manter e os caminhos e influências que podemos explorar.

O porquê foi escolhido este nome para o álbum?
Leko: Não queríamos manter o mesmo nome do álbum original de 2008 (Some Ways back No More) e resolvemos fazer um trocadilho adicionando a palavra Some no lugar de No. O sentido seria mais ou menos “Alguns caminhos voltam um pouco mais”. Como se trata de uma regravação, acredito que o nome veio a calhar.

Na faixa My Mind in Mordor é possível perceber a evolução da banda. Você concorda?
Leko: Em partes. Na verdade, o álbum que denota o ponto em que estamos hoje musicalmente é o “Raving Souls Society”, de 2012. A My Mind in Mordor é uma das músicas favoritas de toda a banda, ao vivo, principalmente, mas é uma composição original de 2008, portanto, acredito que evoluímos um bocado desde então. Acho que canções como “Face your Insanity” e “Burning Jacques” exemplificam melhor o grau de evolução em que a banda se encontra nos dias de hoje.

No álbum ...of Bards and Madmen é bem dinâmico em termo de letras?
Leko: Sim, com certeza. Aliás, todos os nossos álbuns são dinâmicos em termos de letra. Mesmo o Some Ways que é taxado de ser um álbum Tolkien-based, na verdade é bem diversificado liricamente, se atendo à duas ou três músicas com citações Tolkienianas. Sobre o “Bards”, há temas ali que vão desde a Inquisição e o domínio da Igreja até canções que tratam de sentimentos e acontecimentos intrínsecos a todos nós.

Para finalizar deixe sua mensagem.
Leko: Agradeço o apoio e o interesse em nos ajudar a divulgar o trabalho do Lothlöryen. Para os que ainda não conhecem o som da banda, visitem o site oficial, nossos canais e ouçam nossas músicas em:
Site oficial: www.lothloryen.com
Folk You!

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Entrevista com a banda polonesa Idukti


A banda Indukti foi formada em 1999 na cidade de Warsaw na Polônia. A sonoridade da banda é Prog Rock e Prog Metal. A sua formação atual consiste em Maciej Jaśkiewicz (guitarra), Piotr Kocimski (guitarra), Ewa Jabłońska (violino), Andrzej Kaczyńsk (baixo) e Wawrzyniec Dramowicz (bateria, ex-Destruction). Piotr Kocimski falará sobre a história e os futuros planos para o Indukti.
Eu queria agradecer Indukti. Como surgiu a banda?
Piotr Kocimski: Agora estamos tentando ficar juntos e preparar algumas coisas novas. Por alguns últimos anos, a parte de nós tinha algumas tarefas relacionadas com as suas famílias e a banda estava inativa. Mas os membros estavam. Wawrzyniec Dramowicz jogou com a lenda Alemanha Thrash metal, Destruction. Também acompanhado Mariusz Duda de Riverside em seu projeto paralelo Lunatic Alma. Ewa Jablonska e Maciej Adamczyk aderiram Zaklad e gravou seu disco de estreia. Andrzej Kaczyński compôs música para o filme polonês horror "Silent Lake".

Quando será lançado o novo álbum?
Piotr: Nós não sabemos. Este ano, graças a Roberto Guilarte-Mantellini e sua Sunspot Records, o nosso álbum de estréia foi lançado em vinil. Album foi masterizado pelo engenheiro lendário, Stan Ricker e pressionado pela RTI.

Comente sobre a história da banda.
Piotr: Não há nada de interessante nisso. Como em milhares outra história bandas que se conheceram, juntos, tinham clicado outro e tinha começado o jogo. Próximo algumas pessoas foram embora, algumas pessoas vieram juntos. No início foi em vão, a banda onde tocamos música no estilo King Crimson. Quando VAIN tinha quebrado, me (guitarra), Ewa (violino) e Michał Mioduszewski (bateria) convidou Bartek Kuzia (guitarra) e Maciej Adamczyk (baixo), formou nova banda e deu o nome INDUKTI. Era 2000. Quatro anos depois gravamos álbum de estréia SUSAR com o novo baterista Wawrzyniec Dramowicz e novo guitarrista, Maciej Jaśkiewicz. Em 2009, gravou o segundo álbum com Andrzej Kaczyński no baixo. Agora Maciek Adamczyk está de volta em nosso line-up e nós estamos tentando desenvolver novas ideias.

Como é o conteúdo lirico da banda?
Piotr: Na verdade estamos banda instrumental. Letras de músicas que você pode encontrar em nossos álbuns foram criadas por nossos hóspedes. Em S.U.S.A.R. Marta foi Nowosielska. Menina bonito que nós conhecemos graças à Mariusz Duda. Hoje você pode encontrá-la em Queimar Shed – loja de música que eu recomendo. No segundo álbum que eram todos vocalistas. Todos eles tinham mão livre na escolha dos temas. Um deles era um conto original índios Hopi 'fadas sobre um corajoso rato que matou o falcão. Nosso primeiro álbum foi inspirado principalmente pelo filme de Fritz Lang Metropolis. Leitmotif do nosso segundo álbum é uma luta – o humano lutando com o destino, fé, Deus, a natureza, o próprio, etc.

Como é o processo de composição da banda?
Piotr: Tudo acontece de forma espontânea e não há um líder entre nós. Criamos completamente desenvolvimento de ideias cada um de nós e inspirando uns aos outros. Algum tema interessante vem de improvisações em sala de ensaio. Quando a música está pronta, nós queremos saber o que ela traz às nossas mentes, que emoção desencadeia. Projetos álbum também são efeito de brainstorm.

Você conhece alguma banda de Metal Prog ou Prog Rock from Brasil?
Piotr: Francamente falando, não. Eu sei que muitos de jazz e fusão artistas do Brasil, como Tom Jobim, Astrud Gilberto, Flora Purim, Eumir Deodato ou Raul de Souza. A banda brasileira mais popular na Polónia é Sepultura.

A banda já pensou em tocar no Brasil?
Piotr: Estamos sempre dispostos a visitar lugares interessantes e jogar para os fãs de música em todo o Mundo. Esperamos que nós vamos chegar aqui quando totalmente ativar e preparar novo material. Wawrzyniec tem desempenhado no Brasil com o Destruction e nos disse como lugar incrível que é e como é maravilhoso fãs vivem lá.

A banda tem novas músicas prontas?
Piotr: Somente alguns esboços. É preciso um tempo eles estarão prontos.

Como é a cena de rock e metal na Polônia?
Piotr: Há um monte de boas bandas de rock e metal na Polônia. É impossível enumerá-los todos. Se você gosta de poste de metal tentar Obscure Sphinx. Se você gosta de pós-rock ouvir Marés De Nebula. Se você gosta de progressive verificar Osada Vida, Brian Connect ou jovens de se dispersar. Se você gosta de metal, na Polônia você vai encontrar muito chegar filão dele. Além das bandas mais ou menos populares, há muitos grupos que jogam a música interessante e conhecida apenas por um pequeno círculo de fãs.

Para terminar. Quais são os planos futuros da banda?

Piotr: Reúna-se mais uma vez e mais uma vez chutar algumas bundas usando nossa música e do potêncial sonora.

sábado, 17 de janeiro de 2015

Entrevista com a banda Eminence


O Eminence é um grupo brasileiro de Death metal Thrash metal e Groove metal formado por Alan Wallace Bello em 1995 na cidade de mineira de BH. Sua formação atual consiste em Bruno Paraguay (vocal), Alan Wallace Bello (guitarra), Thiago Correa (baixo) e André Márcio (bateria). Nesta conversa Alan Wallace Bello falou tudo sobre a banda.

Eu queria agradecer ao Eminence. Como está atualmente a sena de Minas Gerais?
Alan Wallace Bello: Hoje em dia temos muitas bandas em Minas Gerais e trabalhos legais de bandas autorais por outro lado temos um milhão de bandas covers em todo o Estado

A banda já possui nova musicas?
Alan: Temos varias coisas guardadas, mas não estamos ainda pensando em material novo.

A banda já tem alguns shows agendados para o exterior?
Alan: Vários shows pela Europa e Brasil e tocamos recentemente na China e Estados Unidos.

Em sua opinião como está o Eminence atualmente?
Alan: Estamos em uma excelente fase o álbum novo esta sendo bem aceito. Estou muito satisfeito com o resultado de tudo.

Como se dá o processo de composição da banda?
Alan: Não temos uma regra para composição, as ideias vão surgindo e cada um vai mostra seu trabalho.

O porquê foi escolhido esse nome para o novo álbum?
Alan: The Stalker é uma parceria de letra com o nosso amigo Vladimir Korg do Chakal a ideia do nome partiu dele e gostamos muito.

O que você acha das atuais bandas de metal do Brasil?
Alan: Acho que temos muitas bandas incríveis no Brasil e a cena atual esta bem forte, estamos trilhando um caminho novo para o Metal Nacional.

A banda já possui nova musicas?

Alan: Estamos trabalhando em uma nova turnê para final deste ano e começo do ano que vem a THE STALKER TOUR.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Reportagem com Retribution

A banda Retribution é uma banda de Symphonic Black Metal, foi formada em 2012 na cidade de Valencia por Loquacious Shihan logo após o término da banda Y3K. Sua formação consiste em Itea Benedicto Colás (vocal), Loquacious Shihan (vocal), Zach Threat (guitarra), Noos (guitarra), Phenellath (baixo), Rhad (teclado) e Bobine Wizard (bateria). Em 2013 foi lançado o EP Opus Serpentis (Prologue), no ano seguinte foi lançado o álbum Corpus Antichrist Y3K. Loquacious Shihan falará sobre a história do Retribution.

Saudações! Porque o Y3K acabou?
L. Shihan: Oi, quando Y3k que fez como um projeto musical, mas um par de anos atrás, decidimos fazer uma banda capaz de oferecer concertos. Porque eu fiz uma série de mudanças na vantagem line-up e se mudou nome Retribution.

Como são os concertos da banda?
Shihan: Os concertos do Retribution são como nossa música, uma boa mescla entre música extrema e teatral em a posta em cena de tal forma que o fã pode disfrutar de esta combinação letal.

Como é a recepção do álbum Corpus Antichrist Y3K?
Shihan: Na verdade é que em general cremos que o álbum ficou bom. Temos tido muito bons comentários em geral, estamos muito orgulhosos.

A banda tem musicas novas?
Shihan: Estamos já a preparar novos temas para ver se podemos gravá-los no início do próximo ano.

Já pensaram em fazer um show aqui no Brasil?
Shihan: Gostaríamos muito de tocar no Brasil, sabemos que é um país com uma tradição muito boa metaleira e ficaria orgulhoso de desfrutar com você lá. Se houver qualquer desenvolvedor ficaremos felizes em ir.

Finalmente, discutir o futuro da banda?

Shihan: Nossa ideia é fazer alguns shows para apresentar o álbum como apenas escrever novo material. Quando estiver pronto que iria voltar para o estúdio. Obrigado pela entrevista. Relação ao Brasil.